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Trabalhadores de TI de São Paulo negociam com empresas rito para greve geral do dia 28

Carreira

Fonte: Trabalhadores de TI de São Paulo negociam com empresas rito para greve geral do dia 28

Publicado em Coluna Capital Digital.


Sobre o fim da CLT

Valendo-se de uma brincadeira que ocorre no Facebook, o Ministério Público do Trabalho aproveita para mandar o seu recado sobre a reforma trabalhista:

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política, Telecom.


Ao Mestre, com carinho

Nem sempre concordo com o colega, temos visões políticas diferentes. Mas é inegável a contribuição de Ethevaldo Siqueira para o jornalismo brasileiro e para o setor de TICs.

Tenho por ele a maior admiração e ao tomar conhecimento desta carta que ele endereçou à direção da CBN – do Grupo Globo – Ethevaldo Siqueira só confirma a sua marca registrada adquirida ao longo de anos de carreira como jornalista: a coragem.

Essa carta foi dirigida a Ricardo Gandour, executivo da CBN encarregado de promover mudanças na emissora, muitas delas questionáveis.

Inconformado com o tratamento dado à sua proposta de trabalho na emissora – ele já estava lá há 10 anos – Ethevaldo diz tudo o que muita gente gostaria de dizer sobre a nova política da emissora, sob controle de Gandour: 

Prezado Ricardo Gandour

Nesta altura de minha vida, com maior experiência acumulada, posso dizer-lhe algumas verdades relacionadas com o meu trabalho. Meu propósito é unicamente contribuir para a melhoria do mundo em que vivo, ainda que isto lhe pareça algo quixotesco.

Reveja os fatos, Gandour. Quis o destino, caprichosamente, que entrássemos em rota de colisão duas vezes, em nossa vida profissional. Primeiro, no Estadão, com a deterioração progressiva de nosso relacionamento, a ponto de me levar a encerrar minha colaboração com o jornal em 2012, após 45 anos de casa.

Nesta segunda vez, o impasse começou quando você propôs cortar meus comentários diários e reduzir minha remuneração fixa a uma hipotética comissão sobre patrocínios publicitários de um único programa de final de semana. Essa proposta inaceitável foi sua resposta à sugestão que eu lhe havia feito de manter meus comentários diários sobre tecnologia e ampliar minha contribuição com novos programas semanais e mais coberturas internacionais. Tudo sem nenhum aumento de minha remuneração ou ônus para a CBN.

Ignorando tudo que lhe propus, você me informou em mensagem de 10-02-2017 que meus comentários diários, em vigor há 10 anos, seriam “descontinuados” sob o argumento ridículo de que eu não teria novos assuntos para esses comentários “dada a natural carência de assunto e novidades todo santo dia”. Até jovens adolescentes sabem que o mundo é inundado “todo santo dia” por inovações tecnológicas. E você, como engenheiro, mais do que ninguém, sabe disso. Em resumo, sua proposta de trabalho era apenas um pretexto para me forçar a encerrar minha colaboração ao final do contrato, em 31-03-2017. Foi o que fiz.

Suas atitudes, Gandour, são o retrato de sua personalidade. Já que havia decidido abrir mão de minha colaboração, teria sido muito mais honesto e elegante para você responder-me: “Ethevaldo, seu contrato de trabalho não será renovado. Você estará dispensado a partir de 31 de março de 2017. Obrigado por seus serviços, ao longo de 10 anos na CBN.”

E ainda escreveu na mensagem de 10 de fevereiro que a CBN continuaria a me conceder o privilégio de “me enviar cartas de apresentação”, para meu credenciamento como jornalista na cobertura de eventos internacionais. Quanta generosidade de sua parte. Aliás, é bom relembrar que, desde 2013, tenho feito todas as coberturas nacionais e internacionais com recursos pessoais, sem qualquer remuneração e sem nenhum reembolso das despesas de viagens.

Temo pela sobrevivência da CBN, Gandour. Sua estratégia e suas “decisões de planejamento” trazem o desencanto para muitos profissionais. Você não dialoga, não cria boa vontade, não soma, não agrega. Parece estar perdido num tiroteio. Não conhece o mundo da radiodifusão. Muda por mudar. Detesta profissionais mais experientes do que você.

Gandour, eu tinha ilusões de que você fosse hoje outro ser humano e melhor profissional. Mas me enganei. No seu dia a dia, você continua o mesmo profissional imaturo, recalcado vaidoso e incapaz de despertar o menor entusiasmo e colaboração criativa em seus comandados. Continua sendo aquele chefete que conheci no Estadão, muito longe de ser um líder.

Com seu estilo autocrático, acabará por transformar a CBN, na melhor das hipóteses, numa emissora qualquer, medíocre, sem nenhum carisma e com muito menor credibilidade. Aliás, já se especializou nesse tipo de desmonte. Mas apenas em jornais. Basta ver de perto o resultado de sua passagem pelo Estadão.

Digo-lhe, no entanto, que guardarei com orgulho e muita saudade a lembrança dos 10 anos que passei nessa emissora. Sinto que pus um minúsculo e humilde tijolo nos alicerces de um grande edifício. Da mesma maneira, guardo na memória os 45 anos vividos no Estadão, um jornal quase lendário ao qual dediquei o período mais produtivo de minha vida. Sei que, a rigor, nada disso lhe interessa, até porque você não tem a menor ideia do que significam esses valores.

Sem nenhuma experiência em radiodifusão, que caiu na CBN como paraquedista, você está aqui para executar à sua moda as “decisões de planejamento”. E cumpre sua missão magistralmente: tapa o nariz e faz o serviço frio e cruel (para não dizer “serviço sujo”).

Supunha que, depois de um estágio em Columbia, você tivesse aprendido algo muito mais moderno e eficaz, como as estratégias de renovação criadora, muito mais avançadas do que as de sua terapia vesga e rancorosa.

Veja apenas um exemplo do que já tem sido adotado por grandes veículos no mundo, nesta era de mudanças de paradigmas. Refiro-me à associação do poder de comunicação do rádio com as redes sociais. O site das empresas modernas funciona como uma vitrine, ou uma sala de visita, não apenas para as novas gerações mas para os ouvintes em geral.

Note a pobreza visual e de conteúdo do site da CBN – situação que, aliás, vem de longe. Mas você consegue piorar. E lembre-se que o Brasil tem hoje mais de 100 milhões de usuários de smartphones e tablets. Mas isso talvez seja grego para você.

Entendo a urgência de equilibrar as contas da rádio, mas isso não pode ser feito simplesmente com a demissão de jornalistas e comentaristas comprovadamente capazes. É claro que você pode e vai equilibrar as finanças da rádio, mas pelo pior caminho, pois seu sucesso poderá ser uma vitória de Pirro, a nova CBN poderá ser apenas um espectro do que já foi.

E, ao final de seu contrato, se ainda houver quem acredite na sua competência como executivo, você será chamado para negociar o aluguel da emissora a uma igreja qualquer. Como aconteceu recentemente com a Rádio Estadão.

Publicado em Coluna Capital Digital, Na Imprensa.


O sonho acabou : Windows engole o Linux nos servidores

Negócios

Fonte: Windows engole o Linux e ‘mata’ open source nos servidores

Publicado em Coluna Capital Digital.


Análise de dados evita R$ 374 milhões em fraudes no seguro-desemprego

Fonte: An�lise de dados evita R$ 374 milh�es em fraudes no seguro-desemprego

Publicado em Coluna Capital Digital.


TCU dá 120 dias ao MCTIC para estudo sobre redução dos fundos de telecom

Telecom

Fonte: TCU dá 120 dias ao MCTIC para estudo sobre redução dos fundos de telecom

Publicado em Coluna Capital Digital.


BB: se pretende sair do inferno, melhor não agir como o dono do local

Ontem, enquanto publicava a primeira nota da série: “Banco do Brasil e o inferno da Lava Jato”, o banco oficial concluía uma licitação para aquisição (e atualização) de soluções da BMC software, para a operação da área de mainframes.

Agora imaginem o seguinte cenário: um banco oficial, com dinheiro em caixa, bom pagador, oferece um serviço num país em que outras áreas da Administração Federal atrasam pagamentos a fornecedores por conta da crise.

Parece bom não é? Não foi.

O referido pregão, cujo preço estimado em dois lotes foi de R$ 77 milhões, pasmem, não foi capaz de atrair um único fornecedor. Ninguém deu as caras para pegar o negócio. Com o sugestivo número “666.165”, o pregão teve de ser declarado ‘deserto’ pelo Banco do Brasil.

Desde o dia 28 de março o BB está sem a devida assistência, porque colocou para correr a PBTI Soluções, depois que a empresa no ano passado caiu e arrastou o nome do banco oficial para o escândalo da Lava Jato.

Ontem cheguei a levantar as três hipóteses que o banco teria para resolver a questão com o fornecedor, embrulhado num escândalo de corrupção:

1 –  Ter um sócio novo no capital da PBTI Soluções,

2 – Ou mesmo um novo dono na empresa,

3 –  Ou uma nova empresa assumiria a revenda do Control-M e fecharia por inexigibilidade de licitação o contrato.

Aparentemente não errei muito na terceira opção. Mesmo deserto, o pregão pavimentou a estrada que levará o BB para um novo fornecedor de soluções da BMC Software.

Aí você me pergunta: “mas como um novo fornecedor, se o pregão terminou deserto, pois ninguém quis assumir o serviço?

Aí é que está o maquiavelismo comercial dos responsáveis pelo processo de compras. O pregão eletrônico pode ter sido mera fachada para explicar aos organismos de controle, no futuro, que um novo contrato foi assinado, desta vez até por dispensa de licitação, porque o Banco do Brasil encontra-se em situação emergencial. Convém lembrar o velho argumento de que o banco não pode parar de atender aos seus clientes, por causa de um problema em sua informática.

Mesmo que eu esteja errado nessa tese, por ter uma certa mania de achar que este país não é para amadores, caso o BB não assine um contrato emergencial, nada o impede de aplicar novamente a “inexigibilidade de licitação” para o novo fornecedor. Como fez há 60 meses com a PBTI Soluções, devido à notória especialização ou por não haver concorrentes na praça prestando serviços com os sistemas da BMC Software.

Mas devido ao escândalo da Lava Jato, vou dar um palpite sobre qual a montaria que o Banco do Brasil pode estar pensando em disputar o próximo páreo: contratar diretamente a BMC Software.

O banco se livraria de ser o responsável direto pela contratação de algum fornecedor com passado ruim, pois ele não estaria diretamente ligado ao contrato. Nada impede que o BB feche um acordo com a BMC Software e esta, por sua vez, contrate os serviços de terceiros.

A outra opção da nova diretoria de Tecnologia do BB seria fazer cara feia, cuspir no chão e, como macho, chamar algum outro fornecedor da BMC Software, mesmo que este já tenha visitado as dependências da Polícia Federal no passado, em algum outro escândalo de corrupção na área de TI.

Pelos perfis do novo vice-presidente de Tecnologia e do diretor, eles não me parecem que gostam de viver perigosamente, tentando consertar um contrato que herdaram de forma tão complicada.

*Mas isso aí eu deixo para os deuses do controle externo, que estão lá em cima vendo tudo. E de vez em quando agem com a mão pesada.

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Serpro tem dados sobre aposentadoria, mas teme hiato legal da terceirização

Soube direto da sala cofre, que o diretor de Administração, Antonio Passos, tem um estudo bem guardado nas catacumbas da empresa, que informa que hoje o Serpro teria em torno de 5.200 trabalhadores em condições de aposentadoria ou já aposentados. Isso sobraria um contingente (arredondando) de uns 4.700 funcionários.

Mas…

Se tentar com isso abrir caminho para a tão sonhada aposentadoria em massa, para depois sair terceirizando, contando com a nova Lei  13.429 sancionada recentemente pelo presidente Temer, a direção do Serpro poderá cair na inconstitucionalidade da medida.

Embora tenha revogada a Súmula 331 do TST, a direção do Serpro sabe que não poderá contar com a nova Lei 13.429.

Tento explicar.

A nova Lei 13.429 sancionada por Temer sobre terceirização ou trabalho temporário, é omissa em relação ao enquadramento da Administração Pública Federal, direta ou indireta.

Isso significa que a Administração pública não pode se valer da nova lei. Para a empresa particular, se algo for omisso numa legislação, significa que ela pode ou não se valer dela, já que não está explícito que está impedida de utilizá-la.

Para a empresa estatal essa lógica não vale, pois a Administração Pública é obrigada a seguir o que está expresso na lei. Não havendo nada que indique a possibilidade dela usar essa legislação para terceirizar livremente, então como empresa estatal, ela continuará sujeita ao que determina a Constituição Federal.

E inciso II do artigo 37 da Constituição Federal diz claramente que: “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público (…) ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”.

Nas suas discussões internas, a direção avalia o perigoso jogo de trabalhar com a omissão da nova lei e sair terceirizando, fazendo vistas grossas para essa questão, já que a Súmula 331 do TST caiu para empresas particulares.

Se fizer isso, além do que já fazem hoje (Limpeza e Vigilância), essa direção estará condenada lá na frente. Primeiro, porque deixou de seguir o que está expresso na lei maior e trabalhou com um hiato legal para se beneficiar. Segundo, porque se valendo de uma legislação ordinária, passou por cima do que está expresso na Constituição Federal.

Ou seja: esse projeto sancionado dificilmente daria para as estatais o benefício da terceirização em todas as áreas, porque ele sequer foi aprovado como uma emenda à Constituição. Seu status é de uma simples lei ordinária, que não pode ferir os princípios estabelecidos na Carta Maior.

*Com a palavra: Glória Guimarães.

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Banco do Brasil e o inferno da Lava Jato

O assunto está sendo tratado à portas fechadas pelo Diretor de Tecnologia Gustavo Fosse. Mas o Banco do Brasil está tentando encontrar alternativa para tirar o nome da instituição financeira do foco da Lava Jato.

Desde o ano passado o BB caiu em desgraça com o juiz Sérgio Moro, depois que a PBTI Soluções foi flagrada na Operação Lava Jato, por repassar dinheiro para uma empresa fantasma, que abasteceria a quadrilha que assaltou a Petrobras por meio de empreiteiras.

O escândalo feriu de morte o contrato de R$ 55 milhões que a PBTI Soluções tem desde 2012 com o banco oficial e que venceu no último dia 28 de março. Mas como tirar uma empresa que detém a exclusividade na venda do Control M – software da BMC Software, multinacional que atua na área de mainframes?

Não é fácil, são anos dessa solução embutida nos grandes computadores do BB. Mudar de plataforma até seria possível, mas imaginem o custo de implantação e manutenção, além da aporrinhação de migrar todos os bancos de dados para a nova solução?

A própria BMC Software está bastante incomodada com a situação. A multinacional teve sua imagem arranhada por tabela no exterior, desde que a Lava Jato descobriu a fraude. Segundo fontes do mercado, a empresa estuda três alternativas:

1 –  a presença de um novo sócio no capital da PBTI Soluções,

2 – um novo dono na PBTI Soluções,

3 –  uma nova empresa assume a revenda do Control-M e fecharia por inexigibilidade de licitação o contrato. Convém lembrar que há 60 meses esse contrato da PBTI foi fechado pela mesma modalidade de compra.

O que ela não quer é a presença da direção atual, que responde o processo, à frente da renegociação do contrato com o Banco do Brasil. Essas mesmas fontes também garantem que o Banco do Brasil, para renovar o contrato, foi quem impôs a presença de um novo revendedor.

*Mas foi só ela a envolvida?

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


‘Há chances, sim, de reverter a reoneração da folha para TI’, afirma Kassab

Governo

Fonte Convergência Digital: ‘Há chances, sim, de reverter a reoneração da folha para TI’, afirma Kassab – Convergência Digital – Governo

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.