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Paradox

Ontem tive a oportunidade de assistir no Netflix o filme “Cloverfield Paradox”. O filme é uma grande bosta. Mostra como se joga dinheiro fora produzindo algo muito ruim. Entretanto, a dúvida é saber sobre como gastar mal o dinheiro e de quem. No filme, temos um representante da AEB – Agência Espacial Brasileira, com o sugestivo nome (ou sobrenome) cubano ou latino de “Acosta”. Isso mesmo, “Acosta” é o legítimo astronauta brasileiro nessa produção chulé. A dúvida é: a AEB – Agência Espacial Brasileira bancou parte desse filme? O “Acosta” morre lá pelos 24 minutos de filme, sem que tenha feito nada de relevante para a trama. Bem apropriado para uma agência que também ninguém sabe exatamente para quê serve.

Publicado em Coluna Capital Digital, Internet, Política.