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Estabanado

Ontem fui surpreendido com uma transmissão ao vivo no Facebook, de um jantar que o ministro astronauta Marcos Pontes estava participando, juntamente com seu “vice-ministro” Julio Semeghini, por ocasião do “Encontro e lançamento de Brasília rumo a Cidade Inteligente”.

Fiquei de queixo caído com o nível de puxa-saquismo do tal secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Gilvan Máximo, para com o ministro. Querendo demonstrar uma intimidade que não tem, chegou a causar um certo constrangimento quando tratou a autoridade como “esse cara que aprendemos a amá-lo, que o Brasil aprendeu a amá-lo”.

Ainda no seu discurso de saudação a Marcos Pontes, o secretário Gilvan Máximo ressaltou como qualidade para o Brasil inteiro “amar o ministro”, o fato dele ter trabalhado na Nasa. Não satisfeito, ainda partiu para o assédio, coisa que nem um lobista experiente ousaria fazer:

“Eu disse a ele que nós vamos cuidar muito bem dele aqui. Comer uma galinha caipira, andar de lancha no lago com ele, para ele conhecer Brasília”.

*Julio Semeghini, que nunca foi chegado à esse tipo de bajulação e promiscuidade entre o público e o privado, não sabia onde enfiar a cara.

Publicado em Coluna Capital Digital, Política.


‘Horário nobre’ derruba velocidade da internet móvel pela metade no Brasil

Internet Móvel 3G / 4G

Fonte: ‘Horário nobre’ derruba velocidade da internet móvel pela metade no Brasil – Convergência Digital – Internet Móvel 3G e 4G

Publicado em Coluna Capital Digital.


Perdida no Planalto Central

A futura “presidenta” da Dataprev, Christiane Edington, andou circulando por Brasília ontem, ao lado do também futuro presidente do Serpro, Caio Mario Paes de Andrade.

Fizeram reuniões no Ministério da Economia e na sede do Serpro.

Detalhe: parece que Christiane só foi no Serpro. Ainda não teria pisado na Dataprev, desde que seu nome foi anunciado pelo porta-voz do governo Biroliro, o Antagonista.

Não se sabe ainda o motivo de Christiane não querer pisar na Dataprev, mas participar de reuniões na estatal dos outros ela já faz com gosto. Teria algo a ver com a numerologia, a astrologia, os búzios ou o tarô, essa recusa de pisar no solo consagrado da tecnologia da Previdência Social? Vai saber, né?

Pensando bem, acho que não deve ser fácil pisar numa estatal com um presidente ainda no cargo, despachando os seus aspones para esconderijos secretos nas diretorias da empresa. Não dá para ir chegando e dizendo: “desocupa a moita, querido”.

Ou será que Christiane Edington não foi na Dataprev mas já esteve no Serpro, porque ela apenas antecipou o seu futuro endereço?

Ou teria errado de prédio?

Bom, seja como for, esse Blog, imbuído no espírito de ajudar a ex-CIO da Vivo/Telefônica a se movimentar por Brasília, sem o auxílio da Localiza ou do carro oficial do Serpro, fizemos um mapinha pra ela saber onde fica a sede da Dataprev e a do Serpro.

*Para o caso das duas não virarem uma só.

 

Publicado em Coluna Capital Digital, Política.


O futuro do Serpro

O Relatório Reservado é um veículo de Comunicação da mais alta conta entre o empresariado, seu assinante. Se escreveu o que escreveu, podem ter certeza, o caminho deve ser por aí.

Isso afasta o fantasma da privatização ou da extinção defendidos por Salim Mattar, o secretário das Privatizações. Mas nada é certo no momento, vindo de um governo que bate cabeça todos os dias pelo “ZapZap”.

Porém essa informação dá uma vaga ideia do que pode vir por aí. Os sinais emitidos são claros:

1- A Dataprev, ao que parece, não conta, pois nunca há notícias envolvendo positivamente o seu nome. Fica sempre a impressão de que sofrerá a fusão com o Serpro.

2 –  Há uma nítida queda de braços entre Salim Mattar (Privatizações) e Paulo Uebel (Governo Digital). Quem vai levar essa disputa? Não faço a menor ideia, não sou da cozinha desses birutas, comandados pelo biruta-chefe, Paulo Guedes, aquele que sempre defendeu menos intervenção estatal, mas…

3 – Vender ativos hoje em dia é bobagem. O dinheiro é pouco, o interesse é menor ainda. Os contratos com o governo não suprem tanto assim as necessidades das empresas compradoras, porque dão trabalho perante os organismos de controle e um governo volátil sempre pode cancelar  serviços de uma hora para outra, em nome de um “ajuste fiscal”.

4 –  Minha percepção dessa disputa, aliada com as poucas informações que disponho, são de que está por vir uma nova estatal, enxuta, mas com o foco voltado na garimpagem de informações dos diversos bancos de dados federais. E esse projeto deverá ser feito mediante parcerias com as gigantes norte-americanas do setor (Google, Facebook, Amazon, Microsoft; etc).

5 – Ao mesmo tempo em que se garimpam dados, novos aplicativos serão desenvolvidos para melhorar os serviços prestados ao cidadão. Lucra o governo, que passa a andar em maior sintonia com o brasileiro, lucra a estatal que participa do projeto como mera facilitadora de informações e se livra da extinção ou da venda.

6 – E, em paralelo, lucram aqueles que terão acesso aos bancos de dados até então tratados como “estratégicos e sigilosos”, que poderão usar essa base de informações para futuras ações comerciais desenvolvidas a partir da Inteligência Artificial aplicada na navegação na Internet.

* Leiam a informação do Relatório Reservado. É estimulante o debate sobre o que o futuro nos reserva. (clique na imagem para ela ampliar).

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Serpro, perguntar não ofende:

Esses R$ 92 milhões estão provisionados naquele arremedo de balanço que a Glorinha soltou ano passado, para tentar criar fatos positivos e se manter na presidência do Serpro? Ou teremos esse prejú contabilizado para o “Dia de São Nunca”?

TST rejeita mandado de segurança contra penhora milionária no Serpro

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Novo presidente da Datasus

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Adriano Meira Ricci volta ao cemitério de elefantes do Banco do Brasil

No Banco do Brasil matar um adversário que não faz parte da “tchurma” é fácil.

*Difícil é esconder o corpo depois.

Pois é o que está acontecendo pela segunda vez com Adriano Meira Ricci, que acaba de retornar para a presidência da subsidiária ofídica do Banco do Brasil – a ex-Cobra Tecnologia – que agora atende pelo pomposo nome, não se sabe até quando: “BB Tecnologia e Serviços”, que eu diria que tem sido mais “Serviços” do que Tecnologia, propriamente dito.

*Gosto dele, tenho boas memória dele lá pelos idos de 2011 e eu era até mais gordinho. Foi o único presidente da Cobrete que não fugia correndo quando me via, ou trocava de calçada. Diria que ele até gostava de mim. Só me chamava de “fdp” na minha ausência. Outros me chamavam na cara mesmo hahahaha.

 

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Brasil fica longe da Inovação e acumula mais de 225 mil pedidos de patentes

Mas o “jênio” da Economia Paulo Guedes e seu locador de veículos Salim Mattar pretendem acabar com esse problema vendendo a Finep e enterrando de vez o INPI.

Inovação

Fonte: Brasil fica longe da Inovação e acumula mais de 225 mil pedidos de patentes

Publicado em Coluna Capital Digital.


Estadão fazendo jornalismo estagiário na veia

Mata João Paulo dos Reis Velloso e enterra o Francisco Dornelles.

Tem horas que é melhor ficar com o ZapZap mesmo.

Publicado em Coluna Capital Digital, Política.


Via Ernani Souza no Facebook

Publicado em Coluna Capital Digital, Internet.


Hoje é o dia dos sem noção?

Votam no candidato a presidente errado, apostam que o “novo Brasil” dará espaço para trabalhar e ainda serão reconhecidos.

Será que esse povo por acaso bebeu?

Meus queridos “Analistas de TI” vocês já estarão no lucro, se por ventura ainda existir essa carreira dento do governo. Aprendam: um governo que defende a intervenção mínima do Estado na economia não tem o menor compromisso com vocês.

Rezem para pelo menos conseguirem se manter no emprego, porque o ministério de vocês (Planejamento) já foi para o espaço.

*De qualquer forma, vou dar uma ajudinha mostrando o link de acesso ao projeto de vocês.

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política, Telecom.


Sabe aquela Associação que defende o Estado Mínimo?

A cara de pau dessa turma não tem fim.

A novidade agora é a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, leia-se: Microsoft, que é quem banca a festa, esteve no Ministério da Economia. Foi lá propor, na cara dura, que os contratos de serviços que o governo assinar com empresas privadas, sirvam de garantia para pedidos de empréstimos em “atividades inovadoras”.

O “recebível”, que é como o presidente da ABES, Francisco Camargo define o “aval” que o governo daria em empréstimo de empresa privada com banco público, teria “boas possibilidades de liquidez”, em sua avaliação. (na foto, de paletó claro)

Ou seja, se a empresa pipocar no pagamento do empréstimo, ela entregaria o contrato ao banco e tudo ficaria numa boa. Ahh! danem-se os trabalhadores se não receberem o que está previsto nesse contrato. Que tratem de ir para a porta do banco exigir o pagamento dos salários atrasados. Lindo isso.

Por exemplo, um dos grandes representantes da ABES que circula livremente nas compras governamentais e uma das principais revendas Microsoft, acabou de fechar contrato de R$ 34,7 milhões em revenda de sisteminhas da multinacional para a Infraero.

Pela proposta, creio que ele pegaria o contrato com esse valor e daria como aval para um Banco do Brasil, por exemplo. E a instituição financeira aprovaria um empréstimo para o empresário “inovar” na customização de programas no governo. Que tal?

O assunto foi um dos temas do encontro dos representantes da ABES com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa. Além do presidente da ABES, também estiveram no encontro o diretor jurídico da ABES, Manoel Antonio dos Santos; Rodolfo Fücher, conselheiro da entidade; e o coordenador do Comitê Regulatório, Andriei Gutierrez.

O que me deixa de queixo caído é que esse povo sabia e apoiou o candidato presidencial Bolsonaro, justamente porque o “Posto Ipiranga” dele, o atual superministro da Economia, Paulo Guedes, defendia menos intervenção estatal na Economia. Ou seja, “intervenção estatal” na conta corrente deles é refresco.

*E depois reclamam porque eu não os levo a sério.

(Foto divulgação ABES)

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Leandrão do PDV ataca novamente!

Mais dois amiguinhos de André Leandro Magalhães, o presidente “incaível” da Dataprev, conseguiram arrumar uma nova boca na empresa e, ao mesmo tempo, tentar ficar invisível no meio da Bolsolândia.

Vou preservar o nominho da moça, porque moça bonita sempre tem crédito comigo, tá?

A “assessora” deixou a boca que mantinha na presidência e agora foi parar na Diretoria de Relacionamento, Desenvolvimento e Informações – DRD, em Brasília/DF.

Agora, macho eu não perdoo. Também saiu a dispensa de Aluízio Stremel Filho do cargo de assessor da Diretoria, no âmbito da Presidência da Dataprev. Agora Stremel irá se esconder na Diretoria de Finanças e Serviços Logísticos – DFS, em Brasília.

*Pega Bolsominions, pega!!!

Publicado em Coluna Capital Digital, Política.


hahahahahaha

Publicado em Coluna Capital Digital, Política.


Ordem unida

Já tinha dito: empresa que tem general não vai pro pau. Mas vocês não acreditaram, né?

Pois saibam que hoje o general Santos Guerra, diretor de Operações do Serpro, aproveitou o sistema de videoconferência da empresa e tranquilizou a “tropa”.

Em português bem claro disse que o “boato de corredor” da privatização ou extinção da empresa não procede, que ela está bem, e ainda vai crescer e durar muito, com algumas mudanças de foco.

Tá aposto no general, mas tratar a questão como “boato” é um tanto demais.

Será que eu preciso republicar a singela gravação de alguns segundos do locador de veículos e Secretário de Privatização, Salim Mattar, anunciando que é autoridade do Ministério da Economia e nessa pasta Serpro, Dataprev, IRB e Casa da Moeda vão pro pau?

Eu entendo que o general esteja no papel dele de tranquilizar a tropa, que está em pânico geral e com toda a razão. Mas o general poderia, por exemplo, me conceder uma entrevista, para deixar bem mais claro os rumos do  Serpro no Governo Bolsonaro e reafirmar que no seu teatro de operações o secretário Salim não tomará a ofensiva.

Aliás, se tivesse de apostar no tanque de guerra do general ou naqueles carrinhos xumbregas que o Salim costuma empurrar nos consumidores, nem teria o que discutir, né?

O que eu to preocupado mesmo é com a Dataprev. Lá a moça ainda não assumiu e o milico de mais alta patente é um capitão reformado. Não confundam com o Bolsonaro porque esse foi eleito. To falando é do Leandrão do PDV. Por esse eu não ponho a mão no fogo.

*Ahhh quase que acabo me esquecendo: deu confusão e subiu mesmo no telhado a nomeação de Caio Mario Paes de Andrade, para a presidência do Serpro. Alguém se habilita?

Cadê Glorinha, hum?

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.



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