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CPqD garante que não usa recursos do Funttel em ação de marketing

*Elogio a presteza na resposta da Assessoria de Imprensa do CPqD a uma indagação feita por esse Blog.

Entretanto fica a questão, quem sabe, um dia a ser respondida do MCTIC: Se a empresa já consegue dispor de receitas que lhe garantem ações de marketing desse gênero ( escalar o monte Everest não é coisa de amadores), é de se perguntar se essa Fundação ainda necessita de recursos de Fundos setoriais para produzir Inovação no Brasil ( que, em instância final, o fruto dessas pesquisas será revendido depois no mercado, não só de Telecom).

“Não temos informação sobre o valor da campanha. E não, não há dinheiro de FUNTELL, nem de qualquer outro fundo de fomento, sendo utilizado para isso. Recursos vindos de fundos de fomento são destinados a projetos de P&D bem específicos. Neste caso, é uma campanha de marketing que está sendo custeada com recursos do próprio CPqD – não sei se você sabe, mas hoje a maior parte da receita do CPqD vem da venda de produtos, soluções e da prestação de serviços (laboratoriais e consultorias) para diversos mercados… não só de telecom”

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“Ousadia para inovar sem limites”. Mas com dinheiro do Funttel?

Com esse slogan acima, o CPqD anuncia o patrocínio – sem divulgar valores – de um alpinista brasileiro, que escalará o monte Everest (8.848 metros de altura) e lançará a nova logomarca da empresa numa bandeira que será colocada no cume da montanha na segunda quinzena de maio.

“A ‘parceria com o alpinista’ faz parte da estratégia de reposicionamento do CPqD, um processo iniciado em 2018 e que culminará com uma nova logomarca, a ser lançada no topo da montanha mais alta do mundo. (…) – Estamos vivendo um momento de transformação e de renovação, que será representado na logomarca”, afirma Sebastião Sahão Júnior, presidente do CPqD.

Resta saber quanto está custando essa parceria, uma vez que a empresa é na realidade é uma Fundação beneficiária dos recursos do Funttel – Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações. O Funttel, segundo a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) “tem como fonte de financiamento, 0,5% sobre o faturamento líquido das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações e contribuição de 1% sobre a arrecadação bruta de eventos participativos realizados por meio de ligações telefônicas, além de um patrimônio inicial resultante da transferência de R$ 100 milhões do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL)”.

Escalar o monte Everest e colocar uma bandeira com a nova logomarca do CPqD não me parece algo que se possa qualificar como “inovação”. Procurei a assessoria da empresa para saber quanto e de onde estão saindo os recursos para essa duvidosa campanha de marketing, pois os riscos são enormes dela sequer chegar a dar certo. Ainda que pese a enorme experiência do alpinista em escaladas ao Everest (será a sexta expedição dele ao Nepal).

De acordo com a Resolução nº116 de 17 de maio de 2018, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, foi aprovado um “Plano de Aplicação de Recursos” para o CPqD no período 2018/2020 de R$ 49,5 milhões. Esses valores serão desembolsados pelo ministério durante o período.

Cabe ao CPqD explicar direitinho se está usando dinheiro de um fundo de Inovação para ações de marketing, um projeto, por sinal de caráter duvidoso, já que não se tem notícias de que alguma multinacional do setor de Telecomunicações ou de outro setor tenha pensado em gastar algo no gênero para promover a sua marca.

Se não está gastando dinheiro do Funttel, então é de se perguntar pra quê esses recursos ainda estão sendo canalizados para uma Fundação, que tem dinheiro sobrando para realizar ações desse gênero e que não devem ser baratas.

* A empresa ficou de “averiguar” meu pedido de informações e de me responder assim que tiver os elementos disponíveis. Vamos aguardar pelas respostas.

Publicado em Coluna Capital Digital, Política, Telecom.


To de licença, mas…

Ocasiões como essa merecem uma pausa e uma taça de vinho. Soube que a presidenta da Dataprev, Christiane Edington, passou a faca hoje no pescoço de 19 aspones, que estavam lá ocupando espaço.

As más línguas nos corredores já anunciam a chegada de uma pá de milicos para ocupar essas vagas. Bom, no que depender de mim, sejam bem vindos.

Ó presidenta, precisando passo uma relação de aspones que ainda se escondem nessa empresa desde a gestão Rodrigo Assumpção.

*Se continuar assim você acaba me cativando, com todo respeito, claro.

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Férias meia-sola

Pausa de duas semanas para um descanso rápido e cirurgias. Volto em breve, se a torcida não for contra. hahahaha

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A Bolsolândia sem Photoshop

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Os riscos dos Apps federais

Traduzindo grosseiramente o cerne dessa reportagem do New York Times publicada em junho do ano passado:

Os promotores federais norte-americanos estão abrindo uma investigação contra o Facebook, por conta de um acordo de compartilhamento de dados que essa empresa fez com outros grandes “tubarões” e fabricantes de dispositivos móveis (smartphones e tablets).

Isso abriu as portas para “peixões” como a Apple, Amazon e Microsoft acessassem dados pessoais de usuários. Nem listas de amigos com informações de contato e até mensagens privadas escaparam dos olhos desses “tubas”.

Detalhe: sem consentimento de usuários em alguns casos.

*Agora eu deixo para vocês pensarem na caminha neste fim de semana, o seguinte cenário que já está em curso e tende a crescer exponencialmente no Brasil:

Serpro e Dataprev pensam em criar uma série de novos aplicativos com serviços de Governo Digital para os usuários brasileiros acessarem via smartphones.

Esses aplicativos deverão ser desenvolvidos em parcerias com esses mesmos tubarões citados acima na reportagem do Times. Lembrando que o Google já está dentro do Serpro, taoquei?

Agora imaginem que beleza vai ser “tudo isso daí”, se ainda por cima o governo deixar de lado a prioridade de votação da MP 869/18. Que trata da criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, em tese, o guardião dos dados do cidadão brasileiro?

**Mas fiquem tranquilos, tudo não passa de piração de um blogueiro paranóico e fofoqueiro. Taoquei?

bom findi.

Facebook is reportedly under criminal investigation over deals that gave Apple, Amazon, and other companies access to user data

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Se fosse comigo mandava pro pau.

Inclusão Digital

Fonte: Satélite e 44 novos contratos com governo aumentam receita, mas Telebras fecha 2018 no vermelho

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Para conhecimento

Passando por aqui só para desmistificar a ideia de que a Educação evita que uma Nação se torne ignorante e se envolva com a barbárie.

A História mostra que não é bem assim.

Assassinos da SS com doutorado

 

Publicado em Coluna Capital Digital, Política.


TUM DUM TISSSSSSS!

Sabe aquele governo, que eu já disse que caminha para abrir os bancos de dados para a turma lá de fora acessar informações sociais e financeiras da população brasileira?

Vai de vento em popa.

Até já chamou o Gartner para orientar a turma, sobre como pisar sem fazer barulho nas entranhas estatais das TICs.

Autoridade de dados fica para trás em prioridade política

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Galinha de casa não se corre atrás

Sabe por que as agendas das estatais de TI andam meia-sola, aparecendo com atraso?
 
Não querem que o “Blog da Fofoca” informe quem já participou de beija-mão nas estatais.
 
Tipo: Microsoft, IBM, Dell, Accenture… e mais uma penca de tubarões que já apresentaram as “credenciai$” para a diretoria deste “Novo Brasil” que se inicia.
 
*Não tem problema não. La na frente a gente se encontra entre “dispensas e inexigibilidades” de licitações, aplicadas com base na “Lei das Marretas Estatais”, criada pela ex- tia Dilma Rousseff, para burlar a Lei do Capeta (8.666).

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Sexta sem Lei 2

*Olhando pelo lado bom, pelo menos os gastos com cafezinho tendem a reduzir na diretoria.

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Sexta sem Lei

Tem alguém cuidando nesta sexta-feira, desse gigantesco “Marketplace” chamado Serpro?

* Ops, passando para também lembrar que o Antonio de Pádua (Administração) e o André De Cesero (Clientes), foram solidários com os demais colegas e fizeram o sacrifício de não produzir nessa “sexta sem Lei”.

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política.


Agora é a minha vez de mostrar quem é você, Elizier

Eu não tenho problemas nenhum com críticas no Blog. Muito menos à minha pessoa. O sujeito pode entrar, escrever o que quiser e eu vou avaliar se respondo ou não. Não obrigo ninguém a entrar no Blog, isso é uma decisão solitária de quem deseja ou não participar desse instrumento de Comunicação. Que já disse: não é preciso, nem infalível, assim como a Ciência Humana também não é.

Ao ter entrado no meu Blog para afirmar que trata-se de um veículo de “fofocas” e, portanto, sou um “fofoqueiro”, você me deu a oportunidade de eu também procurar saber quem você é, Elizier Santos. E de expor o seu perfil aqui nesse “Blog de Fofocas” e mostrar as razões para você se dar ao trabalho de me atacar pessoalmente.

Vamos começar.

Você é um “petralha”. Mas será que você tem o alcance mental para entender a diferença entre um petista e um petralha?

Um petista, Elizier, é aquele sujeito que esteve no poder e saiu, junto com a cúpula do partido. Hoje é oposição, dentro ou fora de governos. Se ele ainda trabalha numa empresa como o Serpro, a questão é de sobrevivência pessoal e familiar, num país de 13 a 14 milhões de desempregados. Não o culpo por isso.

Mas ele conservou em si a honestidade intelectual e a postura política de não concordar com esse governo, embora não trabalhará contra ele  dentro da empresa, porque não vai macular sua imagem profissional com politicagem.

Já um petralha, como você, é aquele sujeito venal, surfa de acordo com o tamanho da onda, não passa de um puxa saco do novo patrão.

Vai para as redes sociais mostrar que já mudou de lado, desde que o novo patrão o deixe continuar mantendo a boquinha que conseguiu. Não por méritos profissionais mas, sim, porque participava de uma corriola que mamou muiiiito nas tetas desta estatal, até estorvar a paciência de todo serpriano que não se envolvia com politicagem.

Quantos além de você ainda se escondem no Serpro de Andaraí? Vão inaugurar agora a fase de bater no Blog para dizer que são “Bolsominions” desde criancinha? Vai dar uma de Glória Guimarães e agora se vestir de eleitor do Bolsonaro? Nós já sabemos que você é esperto. Você e o seu amigo o Iran, que conseguiu continuar mantendo a boquinha de diretor do Serpro em plena Bolsolândia.

Devo dar a lista completa no Serpro e aproveitar para inaugurar a bordoada na Dataprev?

Ou devo procurar o seu padrinho Sérgio Rosa, que depois de anos tentando mandar nessa estatal foi se encostar no IRB – Instituto de Resseguros do Brasil, para ganhar um bocão salarial, que nenhum petralha recusaria?

Para encerrar, deixa eu lembrar aos “serprianos”, que em 2016 você até tentou uma boquinha na diretoria do Serpros – o Fundo de Pensão controlado pelo seu amigo “Gato”, que luta há anos para conservar o poder e o salário juntamente com a turminha de Sérgio Rosa.

Lembra? Você não conseguiu se eleger porque, ao que parece, o pessoal já o conhece bem e não apostou o futuro das suas economias nas mãos de um malandro como você.

* Vá trabalhar e pare de “petralhar” em rede social, fingindo ser aquilo que não é.

PS – Ahh agora surgem informações de que o moço não está mais no Serpro. OK, não muda nada lá em cima, apenas onde se lê: “está mantendo a boquinha puxando no saco da Bolsolândia, leia-se: Está puxando o saco pra ver se volta para  a boquinha. “

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Alvissaras!

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Não há mais uma linha que separe o interesse publico do privado

Em que pese eu elogiar a decisão da direção da Dataprev de divulgar, pelo menos até ontem, a sua agenda oficial de atividades da diretoria – enquanto o Serpro esconde a sua já há dois dias – não dá para deixar de notar e constatar que coisas estranhas começam a acontecer na área de Tecnologia da Informação e Comunicações do Governo.

Nessa agenda, do dia 13 de março, a presidente da Dataprev, Christiane Edington, participou pela manhã de uma reunião com o Secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel (foto).

A pauta desse encontro foi para discutir “Projetos Estratégicos”. Até aí, tudo bem, o governo quer estabelecer uma estratégia na área de TICs, que mal há nisso?

Nenhum. O problema não reside no encontro dos dois.

Entretanto, na lista dos demais participantes dessa reunião, causa estranheza a presença de executivos de consultorias do mercado privado, que terão acesso à uma reunião da cúpula da Tecnologia do Governo Bolsonaro, que irá discutir “projetos estratégicos”.

Segundo a agenda de ontem da Dataprev, entre as demais autoridades públicas que participaram da reunião, estiveram presentes o “Country Manager” do Gartner para o Brasil, Cesar Velloso (foto), além do Vice-presidente, César Brasileiro. Que na agenda da Dataprev foi descrito como “Vice-Presidente de Vendas de Brasília”.

A consultoria norte-americana Gartner Inc, que tem escritório no Brasil, se descreve como “líder global em pesquisa e aconselhamento de tecnologia”. Entendam que o Gartner não chegou aonde chegou fazendo caridade ou prestando esse serviço de graça. Essa consultoria cobra para fazer o “aconselhamento em tecnologia” para empresas interessadas.

Então é de se perguntar ao secretário Paulo Uebel, como ele abriu as portas de uma reunião de cúpula de governo para uma única consultoria, não por acaso uma multinacional norte-americana, interessada em saber a estratégia digital do governo brasileiro, para depois repassar essas informações estratégicas aos seus clientes?

Não há neste caso um conflito de interesses bem estabelecido entre uma consultoria internacional, que se remunera ao repassar informações e tendências para seus clientes, sobre os possíveis rumos que um ente público pretende tomar na área digital, seja em qualquer parte do planeta?

O governo pode até alegar que também é um cliente do Gartner e que se aconselha com ele sobre qual o rumo ou tendência que a Tecnologia no mundo anda tomando. Mas daí abrir as portas de uma reunião na qual nenhuma outra empresa do ramo foi chamada, para definir uma estratégia e deixá-la com informações privilegiadas no mercado isso não soa bem.

Ademais, se o governo quer se “aconselhar” sobre os rumos da TI mundial, temos algumas grandes empresas nacionais que já se tornaram multinacionais, que poderiam dar essas informações de graça e tenho certeza se sentiriam honradas por isso. Melhor ainda seria chamar, por exemplo, a Brasscom e a Assespro, que além de representar os interesses brasileiros no mercado governamental, conhecem profundamente os problemas do setor no Brasil.

Nem comento sobre a participação das teles nessa discussão, através da Telebrasil, já que este Governo Digital até agora não tocou na questão das redes de telecomunicações. E sequer a Anatel ou  a Telebras são lembradas para esses encontros.

Mas para não criar caso eu até concedo o benefício da dúvida. Não tinha só o Gartner nessa reunião de governo, como consultoria voltada para as TICs, interessada em informações. Devemos lembrar que os presidentes do Serpro e da Dataprev são empresários do ramo, por hora exercendo uma atividade pública. Lembro que foram referendados pela Comissão de Ética Pública, portanto, “taoquei”.

Participaram da reunião os seguintes membros da governança digital:  Gleisson Rubin, Secretário Especial Adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, SED/ME; Luis Felipe Salin, Secretário Governo Digital, SED/ME; Caio Mario Paes de Andrade, Presidente SERPRO; Christiane Edington, Presidente Dataprev; Fernanda Tsunematsu, Assessora, SED/ME.

Publicado em Coluna Capital Digital, Informática, Política, Telecom.



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